Egito


O Egito só participou de duas copas, em 1934 e 1990. Em 1934, a Copa contava com apenas 16 seleções e começou já na fase de oitavas de final. Na ocasião, os egípcios foram eliminados no primeiro jogo pelos húngaros (4×2). Já em 1990, o Egito foi eliminado na fase de grupos, quando caiu em um grupo complicado. Na estreia, empate com a Holanda (1×1). No segundo jogo, empate contra a Irlanda (0x0) e na despedida derrota para a Inglaterra (1×0). Magdi Abdelghani fez o único gol dos egípcios na Copa de 1990.

A seleção egípcia é considerada a melhor equipe africana da atualidade e a força vem de jogadores-referência como Mohamed Salah (Liverpool), cotado para concorrer à Bola de Ouro na temporada 2017-2018, e Mohamed Elneny (Arsenal), destaque do campeonato inglês.

Outro ponto forte vem da base do time ser formada por jogadores que atuam no país, aumentando o estilo de jogo e o entrosamento. A fraqueza vem da própria seleção não ter uma tradição em mundiais, restringindo o sucesso do futebol egípcio apenas ao continente africano. Confira o time-base e os jogadores pré-convocados pelo Egito:

Você sabia?

O país africano tem sua cultura derivada da religião e a história egípcia é muito rica. Desde pirâmides enormes, estátuas e mumificações, o passado apresenta uma religião politeísta onde 32 deuses antropozoomórficos tinham influência em tudo no mundo, até na morte. Ao contrário de outros países africanos, os egípcios sempre tiveram fartura em água e mantimentos, justamente por se originar das margens do Rio Nilo. De um poder absoluto, Os faraós eram descendente de Amon-Rá (Deus-Sol). Desta maneira, tudo era feito para agradar os deuses ou por causa deles. Quando um faraó morria, era embalsamado, mumificado para ser julgado pelos deuses, já que acreditavam em reencarnação. Quem assumia era o filho primogênito do faraó.

 

Páginas Relacionadas