Grupo A

O grupo é formado pela anfitriã do mundial, Rússia, pelo bicampeão Uruguai, e por duas seleções historicamente com pouca representatividade no cenário do futebol, Egito e Arábia Saudita. Os russos tentam fazer valer o fator casa após o fracasso em 2014, quando caíram ainda na fase de grupos. Já o Uruguai, após boa campanha nas eliminatórias (classificou-se na segunda colocação) tenta voltar a brilhar apostando na força do ataque, formado pelos dois maiores artilheiros da história da seleção uruguaia, os polêmicos goleadores Luis Suárez e Edinson Cavani, respectivamente com 50 e 41 gols anotados pela celeste.

Já o Egito, apesar da baixa tradição em mundiais (participou apenas de duas edições, em 1934 e 1990), aposta na boa fase de Mohamed Salah (Conheça a história do egípcio produzida pelo canal Modo Carreira Soto) e da experiência do técnico argentino Hector Cuper. Por fim, a Arábia Saudita tentará em 2018 se livrar da fama de saco de pancadas em copas do mundo: das quatro participações, os sauditos só avançaram da primeira fase em 1994, quando foram eliminados nas oitavas de final (derrota para os suecos por 3×1).

A Rússia tenta quebrar o retrospecto negativo dos últimos anfitriões em Copa do Mundo. A África do Sul, 2010, é responsável pela pior campanha de um país-sede em mundias (20° lugar). Os sul-africanos não passaram da primeira fase. Já em 2014, apesar de ter ficado na quarta colocação, a seleção brasileira tornou-se a anfitriã a tomar o maior número de gols em uma mesma edição: 14 tentos contrários e saldo negativo de três gols. O número de gols sofridos é o mesmo da seleção suíça, em 1954, mas os europeus ficaram zerados no saldo.

Nossa equipe fez um diagnóstico completo do Grupo A. Você pode conferir tudo no podcast abaixo.

Resumo

  • Seleções 
  • Destaques Salah (Egito) e Suárez (Uruguai)
  • Palpites Uruguai (1°) e Egito (2°)

 

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